Discurso do Presidente do Conselho de Administração do BAI referente ao Prémio Ministro das Finanças do ano de 2007
Excelência Sr. Ministro das Finanças, Excelência Sr. Governador do Banco Nacional de Angola, Excelências, Ilustres convidados, Caros colegas, Minhas senhoras, meus senhores, A Associação Angola de Bancos, que este ano celebra o seu 10º aniversário, é uma organização não governamental que procura promover e praticar actos que possam contribuir para o desenvolvimento da actividade bancária em Angola. Assim, entendeu a Associação instituir um Fórum Anual para reflexão e debate de temas da actualidade económica e financeira, relevantes para a compreensão de fenómenos que afectem directamente a actividade que desenvolvemos e, por conseguinte, identificar soluções que permitam contribuir da melhor maneira para construção de um sistema financeiro dinâmico, actuante e eficiente, capaz de impulsionar o crescimento e desenvolvimento económico e social do país. Congregando hoje 17 bancos, a banca serve já um universo de cerca de 2,2 milhões de clientes, com 550 balcões a nível nacional. Os activos agregados da banca em Angola totalizam 1,8 triliões de kwanzas, ou seja, o equivalente a 23,7 mil milhões de dólares, 35% dos quais transformados em crédito concedido à economia. A actividade bancária em Angola tem vindo a ser exercida sob um quadro regulamentar estável, mas continuam em curso ajustamentos normativos que, no essencial, pretendem conformar o sistema à práticas já comuns em praças financeiras mais desenvolvidas. Mas o evento de hoje é marcante porque além de um rico painel de oradores, temos o elevado prazer de associarmo‐nos ao reconhecimento que a prestigiada revista ‘The Banker’ faz as nossas autoridades e em particular, a Sua Excelência o Sr. Ministro da Finanças, pelo notável desempenho que a economia nacional vem registando nos anos mais recentes. A Banca em Angola é claramente um catalizador de desenvolvimento e por isso, Sr.Ministro, sentimo‐nos parte activa de um processo de edificação de novas capacidades produtivas e empresariais, e de veículo de execução das políticas monetária e cambial e, mais ainda, de parceiro na implementação de importantes projectos no âmbito do Sistema Integrado de Gestão Financeira do Estado e Sistema de Arrecadação de Receitas. Também na mobilização de capitais para a viabilização de projectos públicos, temos procurado estar ao nível das exigências do Tesouro Nacional, pelo que nos juntamos no reconhecimento com que hoje é hoje distinguido. Muito nos honra a vossa presença e o facto de ter aceite a sugestão da Associação Angolana de Bancos para a organização deste evento. Minhas senhoras, meus senhores, Sejam todos muito bem‐vindos! Bem haja Angola! |


